Porque é tão importante cuidar do intestino?

Noites sem dormir, dores de cabeça frequentes, stress do dia a dia, vontade constante de beliscar ou comer doces, cansaço sem causa aparente, depressão... você se identificou em alguns desses sintomas?




Se sim, você pode estar com problemas intestinais.


Problemas como constipação ou diarreia frequentes são sinais iniciais de que algo não está indo bem.


Nosso intestino é formado por uma microbiota – uma colônia de microrganismos bons e ruins que vivem em harmonia. Quando os microrganismos ruins estão em maior quantidade do que os bons, chamamos de disbiose.


E qual o problema de estarmos com disbiose?


O intestino é um órgão que vai muito além da absorção de nutrientes. Ele é responsável pela produção de 80% da nossa serotonina – neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar. Ele também é responsável por nossa imunidade, produção de hormônio do crescimento e até mesmo a sensação de saciedade.


Quer dizer então, que um intestino desequilibrado pode alterar a qualidade de vida? Sim, COM CERTEZA.


Pense em uma engrenagem, onde cada peça se encaixa e faz o seu papel. No nosso organismo é a mesma coisa: a boca tritura os alimentos, o estômago libera ácido para digerir e envia para o intestino fazer a seleção daquilo que será útil ou não para nosso corpo – aquilo que não é útil, ele dispensa através das fezes.


Pensando em um intestino saudável, os microrganismos vão estar em equilíbrio, absorvendo e se alimentando daquilo que é necessário, produzindo os hormônios e neurotransmissores corretamente e nos protegendo de possíveis agentes nocivos. Se o intestino estiver com disbiose, a absorção de nutrientes não será correta, o que vai interferir na imunidade e consequentemente a produção deficiente de substâncias, como a serotonina.


Uma alimentação desequilibrada contribui para o aumento desses microrganismos ruins – principalmente o excesso de industrializados, açúcar e gorduras transaturada.


Produtos naturais, ricos em fibras são alimentos para os microrganismos do bem e contribuem no equilíbrio dessa microbiota e o funcionamento correto do nosso intestino.


Podemos citar como exemplo a aveia, a biomassa de banana verde, a ameixa, os iogurtes e o repolho como fontes importantes de fibras e alimento para nossas bactérias do bem.


Algumas pessoas gostam de dizer que o intestino é nosso ‘segundo cérebro’, mas eu acho que o intestino não quer ser cérebro, ele quer ser ele mesmo e ter reconhecido o seu valor devido a sua importância.


Pense nisso e alimente seu intestino!


Autora: Júlia Souza – Nutricionista funcional

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